sábado, 31 de outubro de 2009


ALCOOL, TÔ FORA!

Neste sábado tive o desprazer de presenciar uma pessoa caída no chão devido a um mau que tem causado dor e sofrimento em muita gente o “ALCOOL”. Sai para ver a rua quando olhei no final da minha rua e lá estava um senhor no chão, a beira do meio fio, totalmente bêbado, o que me deixou muito triste é que vária pessoas estavam circulando na rua, alguns como ele estavam sentados igualmente bêbados em uma das calçadas. Fiquei com o meu coração partido e consequentemente refletindo sobre a vida. A tantas coisas interessantes na vida para si aproveitar, a vida é tão curta para nos envolvermos em algo que só, encurta a nossa existência. Confesso que fiquei pasmo, espero que eu possa de alguma maneira ajudar estas pessoas deste mal.

O que é?

O alcoolismo é o conjunto de problemas relacionado ao consumo excessivo e prolongado do álcool; é entendido como o vício de ingestão excessiva e regular de bebidas alcoólicas, e todas as consequências decorrentes. O alcoolismo é, portanto, um conjunto de diagnósticos. Dentro do alcoolismo existe a dependência, a abstinência, o abuso (uso excessivo, porém não continuado), intoxicação por álcool (embriaguez). Síndromes amnéstica (perdas restritas de memória), demencial, alucinatória, delirante, de humor. Distúrbios de ansiedade, sexuais, do sono e distúrbios inespecíficos. Por fim o delirium tremens, que pode ser fatal.
Assim o alcoolismo é um termo genérico que indica algum problema, mas medicamente para maior precisão, é necessário apontar qual ou quais distúrbios estão presentes, pois geralmente há mais de um.

Tratamento do Alcoolismo

O alcoolismo, essencialmente, é o desejo incontrolável de consumir bebidas alcoólicas numa quantidade prejudicial ao bebedor. O núcleo da doença é o desejo pelo álcool; há tempos isto é aceito, mas nunca se obteve uma substância psicoativa que inibisse tal desejo. Como prova de que inúmeros fracassos não desanimaram os pesquisadores, temos hoje já comprovadas, ou em fase avançada de testes, três substâncias eficazes na supressão do desejo pelo álcool, três remédios que atingem a essência do problema, que cortam o mal pela raiz. Estamos falando naltrexona, do acamprosato e da ondansetrona. O tratamento do alcoolismo não deve ser confundido com o tratamento da abstinência alcoólica. Como o organismo incorpora literalmente o álcool ao seu metabolismo, a interrupção da ingestão de álcool faz com que o corpo se ressinta: a isto chamamos abstinência que, dependendo, do tempo e da quantidade de álcool consumidos pode causar sérios problemas e até a morte nos casos não tratados. As medicações acima citadas não têm finalidade de atuar nessa fase. A abstinência já tem suas alternativas de tratamento bem estabelecidas e relativamente satisfatórias. O Dissulfiram é uma substância que força o paciente a não beber sob a pena de intenso mal estar: se isso for feito, não suprime o desejo e deixa o paciente num conflito psicológico amargo. Muitos alcoólatras morreram por não conseguirem conter o desejo pelo álcool enquanto estavam sob efeito do Dissulfiram. Mesmo sabendo o que poderia acontecer, não conseguiram evitar a combinação do álcool com o Dissulfiram, não conseguiram sequer esperar a eliminação do Dissulfiram. Fatos como esses servem para que os clínicos e os não-alcoólatras saibam o quanto é forte a inclinação para o álcool sofrida pelos alcoólatras, mais forte que a própria ameaça de morte. Serve também para medir o grau de benefício trazido pelas medicações que suprimem o desejo pelo álcool, atualmente disponíveis. Podemos fazer uma analogia para entender essa evolução. Com o Dissulfiram o paciente tem que fazer um esforço semelhante ao motorista que tenta segurar um veículo ladeira abaixo, pondo-se à frente deste, tentando impedir que o automóvel deslanche, atropelando o próprio motorista. Com as novas medicações o motorista está dentro do carro apertando o pedal do freio até que o carro chegue no fim da ladeira. Em ambos os casos, é possível chegar ao fim da ladeira (controle do alcoolismo). Numa o esforço é enorme causando grande percentagem de fracassos; noutro o esforço é pequeno, permitindo grande adesão ao tratamento. Vejamos agora algumas informações sobre as novas medicações.
Fonte:http://www.psicosite.com.br/tra/drg/alcoolismo.htm

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

As aparências enganam

A ROUPA FAZ A DIFERENÇA?

Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e de forma ríspida, pergunta:

- Vocês sabem onde está o médico do hospital?

Com tranquilidade o médico respondeu:

- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?

Ríspida, retorquiu:
- Será que o senhor é surdo?
Não ouviu que estou procurando pelo médico?

Mantendo-se calmo, contestou:
- Boa tarde, senhora!
O médico sou eu, em que posso ajudá-la?

- Como? O senhor? Com essa roupa?

- Ah, Senhora! Desculpe-me!
Pensei que a senhora estivesse procurando um
médico e não uma vestimenta.. .

- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que...
Vestido assim, o senhor nem parece um médico...

- Veja bem as coisas como são...- disse o médico -
... as vestes parecem não dizer muitas coisas,
pois quando a vi chegando, tão bem vestida,
tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir
educadamente para todos e depois daria um
simpaticíssimo "boa tarde!"; como se vê, as roupas
nem sempre dizem muito...

Um dos mais belos trajes da alma é a educação;
sabemos que a roupa faz a diferença mas, o que não
podemos negar é que:

Falta de Educação, Arrogância, Falta de Humildade,
Pessoas que se julgam donas do mundo e da verdade,
Grosseria e outras "qualidades" derrubam qualquer
vestimenta. Bastam às vezes, apenas cinco minutos
de conversa para que o ouro da vestimenta se
transforme em barro.

Educação é tudo!

Sorria Sempre! A vida é feita de: agir, reagir, corrigir
...mas o melhor mesmo é SORRIR"

domingo, 11 de outubro de 2009

TSUNAMI

TSUNAMI
Um tsunami (ou tsunâmi, do japonês significando literalmente onda de porto) é uma onda ou uma série delas que ocorrem após perturbações abruptas que deslocam verticalmente a coluna de água, como, por exemplo, um sismo, actividade vulcânica, abrupto deslocamento de terras ou gelo ou devido ao impacto de um meteorito dentro ou perto do mar. Há quem identifique o termo com "maremoto" — contudo, maremoto refere-se a um sismo no fundo do mar, semelhante a um sismo em terra firme e que pode, de facto originar um(a) tsunami.
A energia de um tsunami é função de sua amplitude e velocidade. Assim, à medida que a onda se aproxima de terra, a sua amplitude (a altura da onda) aumenta à medida que a sua velocidade diminui. Os tsunamis podem caracterizar-se por ondas de trinta metros de altura, causando grande destruição.

Esboço de um tsunâmi
Um tsunami pode ser gerado por qualquer distúrbio que desloque uma massa grande de água, tal como um sismo (movimento no interior da terra), um deslocamento da terra, uma explosão vulcânica ou um impacto de meteoro. Os tsunamis podem ser gerados sempre que o fundo do mar sofre uma deformação súbita, deslocando verticalmente a massa de água. Os sismos tectónicos são um tipo particular de sismo que origina uma deformação da crosta; sempre que os sismos ocorrem em regiões submarinas, a massa de água localizada sobre a zona deformada vai ser afastada da sua posição de equilíbrio. As ondas são o resultado da acção da gravidade sobre a perturbação da massa de água. Os movimentos verticais da crosta são muito importantes nas fronteiras entre as placas litosféricas. Por exemplo, à volta do Oceano Pacífico existem vários locais onde placas oceânicas mais densas deslizam sob as placas continentais menos densas, num processo que se designa por subducção. Estas zonas originam facilmente tsunamis.
Deslizamentos de terra subaquaticos, que acompanham muitas vezes os grandes tremores de terra, bem como o colapso de edifícios vulcânicos podem, também, perturbar a coluna de água, quando grandes volumes de sedimentos e rocha se deslocam e se redistribuem no fundo do mar. Uma explosão vulcânica submarina violenta pode, do mesmo modo, levantar a coluna de água e gerar um tsunami. Grandes deslizamentos de terra e impactos de corpos cósmicos podem perturbar o equilíbrio do oceano, com transferência de momento. destes para o mar. Os tsunamis gerados por estes mecanismos dissipam-se mais rapidamente que os anteriores, podendo afectar de forma menos significativa a costa distante e assim acontece o tsunami.

Respeito é bom e eu gosto!


Outro dia eu fiquei assustado!!!!Estava no ônibus quando chegou uma senhora e logo depois um senhor, todos os ônibus tem alguns assentos para que as pessoas idosas posam sentar. No entanto, neste dia que estava no ônibus, as pessoas tidas como jovens, não levantaram para que aquelas pessoas sentassem, era como se nada estivesse acontecendo, confesso que fiquei horrorizado. Não consigo me imaginar nesta cituação, espero que não precise andar de ônibus na minha velhice, pois se precisa, creio que vou grajear muitos inimigos. Não vou ficar calado! Exigirei respeito!!!!!! Ah!!!!! se todos os velhinhos tevessem a coragem de brigar por seus direitos.... as coisas não seriamm como são!

Quem sou eu

Minha foto
Vivo em busca de algumas respostas sobre a espécie humana.O que é realmente importante?! O que realmente é bonito?! Se você tiver ou encontrar a resposta, por favor compartilhe comigo.