sexta-feira, 18 de setembro de 2009


Ao me deitar
O céu me ouve agora
Estou perdida sem uma causa
Depois de me dar por inteira

As tempestades de Inverno vieram
E escureceram meu sol
Depois de tudo que passei
A quem posso me voltar?

Eu olho para você
Eu olho para você
Depois que toda a minha força se foi
Em você posso ser forte

Eu olho para você
Eu olho para você
E quando as melodias se foram
Em você ouço uma canção, eu olho você

Depois que perco a minha respiração
Não há mais porque lutar
Não há mais pensamentos de se reerguer
Procurando por aquela porta aberta

E cada caminho que tomei
Levou-me ao desgosto
E não sei se irei fazer
Nada a fazer senão levantar a minha cabeça

Eu olho para você
Eu olho para você
Depois que toda a minha força se foi
Em você posso ser forte

Eu olho para você
Eu olho para você
E quando as melodias se foram
Em você ouço uma canção
Eu olho para você

(Ponte)
O meu amor foi todo destruído (oh Senhor)
As minhas paredes caíram sobre mim
Caindo sobre mim (a chuva está caindo)

A chuva está caindo
A derrota está chamando (me liberte)
Preciso de você para me libertar
Leve-me para longe da batalha
Preciso de você para brilhar sobre mim

(Coro)
Eu olho para você
Eu olho para você
Depois que toda a minha força se foi
Em você posso ser forte

Eu olho para você
Eu olho para você
E quando as melodias se foram
Em você ouço uma canção
Eu olho para você

Eu olho para você
Eu olho para você...

domingo, 13 de setembro de 2009

País com menor expectativa de vida, Suazilândia encara o vírus da Aids
Combate à doença é prejudicado por poligamia e aversão à camisinha.
Parlamentar até sugeriu tatuar soropositivos para tentar conter a doença.
Natalia da Luz Especial para o G1, em Mbabane, Suazilândia
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Enquanto a maioria dos países comemora o aumento na expectativa de vida, a Suazilândia, na África, encara uma realidade oposta.
No país, independente do Reino Unido desde 1968, cada cidadão vive, em média, 32 anos, segundo dados da CIA (Agência de Inteligência Americana).

A população, de aproximadamente 1,2 milhão de habitantes tem a maior prevalência de HIV no mundo. No país, são comuns a poligamia e o sexo sem proteção.

Viemos trabalhar aqui porque é a maior prevalência de HIV do mundo: 26% de toda a população. Em mulheres grávidas, chega a 42%, de acordo com dados de 2008”, diz o francês Aymeric Péguilan, chefe da Missão Médicos Sem Fronteiras-Suiça.

O especialista, que viveu em África do Sul, Moçambique e Lesoto antes de chegar aqui, diz que a população ainda cultiva hábitos condenados pela medicina.

“Um dos maiores problemas é a quantidade de parceiros sexuais e a ausência de proteção. As pessoas não usam preservativos”, diz. Como a população resiste à camisinha e o número de soropositivos é alto, o ministro do Parlamento Timothy Myeni propôs tatuar os soropositivos (as mulheres, na nádega, e os homens, no peito), alternativa que gerou muita polêmica. Desta forma, os prováveis parceiros saberiam o risco de contrair a doença antes da prática.

O projeto de lei ganhou grande repercussão na mídia internacional, mas acabou sendo tratado como piada pelos próprios suázis. “Para nós, é uma alternativa que não respeita os direitos das pessoas com HIV. Quando a população tomou conhecimento, não entendeu, ficou se perguntando o porquê”, diz Thembi Nkambule, diretora nacional da ONG anti-HIV Swanneha. Ela recebeu o G1 em seu escritório, três semanas após a polêmica que logo se dissipou. “O parlamento pediu desculpas e não levou a história adiante”.

Árvore sustenta recipiente que oferece camisinhas gratuitas à população. (Foto: Natalia da Luz/Especial para o G1)
No trono desde 1986, está Mswati III, de 41 anos, o rei das 14 rainhas, que costuma escolher as integrantes de seu harém em festas públicas. As interessadas são selecionadas entre grupos de virgens de seios à mostra. Mas Thembi acredita que o rei não tem o poder de influenciar a prática.

“A poligamia é parte de nós, está inserida em nossa cultura. A culpa não é dele”, diz. Segundo ele, há muitos mitos sobre os preservativos. “Há os que acreditam que camisinhas estão infectadas por HIV e que chegam aqui para contaminar as pessoas”, revela a ativista da ONG, que capacita voluntários e atende 180 grupos de 30 pessoas, oferecendo assistência e tratamento.

Falta de camisinhas, definitivamente, não é o problema no país. A nossa equipe caminhou pelas ruas da capital, Mbabane, e viu preservativos à disposição em locais públicos. Próximo a um ponto de van, por exemplo, havia um recipiente com preservativos ainda intactos, o que prova que a solução não está na distribuição. O problema é mudar a mentalidade, lembra Aymeric.

Mapa localiza a Suazilândia, encravada na África do Sul. (Foto: Arte G1)
De 1992 para cá, as estatísticas de contaminação com o HIV subiram na Suazilândia, de 3,6% a 26% de soropositivos. “O HIV ainda é um fenômeno novo. A circulação de pessoas cresceu. Elas voltam para rever a família, vão para outros lugares. Essa mobilidade, sem dúvida, ajudou a disseminar a doença”, conta Aymeric. Segundo ele, as estatísticas de tuberculose também se agravaram. “A prevalência dentro do grupo de soropositivos é de 80%”, afirma.

Na área rural, as pessoas ficam isoladas, mas isso não diminui o risco de contrair a doença. Visitamos o vilarejo de Mantabeni, a 30 minutos do centro da capital. A região recebe assistência com ativistas dispostos a orientar desde a prevenção ao tratamento. Faça chuva ou faça sol, eles andam, caminham entre mato e barro dezenas de quilômetros, até chegar ao casebre de encontro. Lá está Petros Malaza, que só fala suázi intermediado por um tradutor.


O suázi Petros Malaza, que descobriu em 2004 que era HIV positivo. (Foto: Natalia da Luz/Especial para o G1)
O voluntário descobriu que era HIV positivo no ano de 2004, quando também começou o tratamento. A revelação foi um choque. “A minha vida sofreu uma transformação grande. Fui muito discriminado. Os vizinhos tinham muito preconceito”, diz Petros, que também tem mãe e irmã soropositivas. “Elas descobriram e não queriam se tratar, não tinham esclarecimento”, lembra o suazi. Depois, acabaram convencidas.

Sphiwe Shlongongane teve conhecimento de que era HIV positivo em 2006, quando resolveu testar também se os quatro filhos tinham a doença. Dois tinham e já começaram o tratamento. Por sorte, diz Sphiwe, o menor, que tem pouco mais de um ano de vida, não contraiu a doença. “Comecei a me tratar e depois que ele nasceu fizemos o teste”, fala. A suázi, que também não compreende inglês, sempre viveu na comunidade. Ela cita a discriminação como um desafio que foi superado.

Aymeric afirma que os soropositivos são discriminados pelo fato de ser uma doença sexual, que envolve muitos tabus. Apesar disso, o soropositivo pode ter uma vida absolutamente normal. “Temos que banalizar isso, não em termos de infecção. É uma doença muito séria, mas em termos sociais. Uma pessoa com HIV pode ter uma vida produtiva, sim!”, diz.

O médico também defendeu a campanha a favor da circuncisão, que reduz em 50% o risco de contrair a doença. “É uma mobilização importante porque muitas culturas tribais não aceitam. Somente os xhosas são circuncisados. Zulus e suázis não circuncisam seus garotos”, conta. O problema é que os circuncisados acham que não precisam se prevenir e usam a justificativa para abolir de vez a camisinha.

sábado, 12 de setembro de 2009

nx zero


O começo e o fim podem ser iguais
Depende de quem vai achar uma resposta
A inveja que mata não me afeta mais
Pois o que conquistei tem o direito de ser meu

Entre o bem e o mal, e a escolha certa
Pouco tempo pode ser demais pra quem sabe o que quer
Pra quem respeita a vida e a si mesmo
O tempo muda sempre cada vez mais
E dentro de você existe o bem e o mal
e a escolha certa

A vida é curta demais pra sempre reclamar
e não correr atrás dos sonhos que almeja
o que você me diz, não me afeta mais
pois o que conquistei tem o direito de ser meu

Entre o bem e o mal, e a escolha certa
Pouco tempo pode ser demais pra quem sabe o que quer
Pra quem respeita a vida e a si mesmo
O tempo muda sempre cada vez mais
E dentro de você existe o bem e o mal
e a escolha certa


Então faça a sua escolha logo e se decida
Vai querer o mal ou o bem pra sua vida?
O tempo é muito curto, não pode demorar
Escolha qual caminho você vai querer trilhar
Tudo nessa vida é merecimento
O que a brisa leva, volta com o vento
Se não se decidiu, então corra atrás
Entre o bem e o mal, eu fico com a paz!

E pouco tempo pode ser demais pra quem sabe o que quer
Pra quem respeita a vida e a si mesmo
O tempo muda sempre cada vez mais
E dentro de você existe o bem e o mal
e a escolha certa

sábado, 5 de setembro de 2009


Quando eu estou pra baixo e, oh minha alma, tão cansada; Quando os problemas vêm e meu coração está sobrecarregado; Então, eu fico quieto e espero aqui em silêncio, Até você vir e sentar por um instante comigo. Refrão: Você me levanta, então eu posso ficar nas montanhas; Você me levanta, para caminhar em mares tempestuosos; Eu sou forte, quando estou em seus ombros; Você me levanta: para além do que eu posso ser. Não há vida - não há vida sem desejo Cada coração inquieto bate tão imperfeitamente; Mas quando você vem e eu me encho de surpresa Às vezes, eu acho que vislumbro eternamente

westlife

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Vivo em busca de algumas respostas sobre a espécie humana.O que é realmente importante?! O que realmente é bonito?! Se você tiver ou encontrar a resposta, por favor compartilhe comigo.